Sou natural do Rio de Janeiro e atualmente moro em São Paulo; estas cidades são minhas principais bases de trabalho.

Me formei em Jornalismo na PUC-Rio. Em 2005, comecei no mercado profissional de fotografia, como assistente. Pintava o fundo infinito, revisava equipamentos, montava a luz, editava e finalizava as fotos na pós (além de ir ao banco pagar contas). Assim, pude conhecer cada uma das fases do processo. Então chegou o momento em que adquiri técnica e jogo de cintura para assumir parte dos trabalhos que o estúdio pegava. Gradualmente, construí minha própria rede de clientes, tornei-me sócio desse mesmo estúdio e passei a fechar contratos de longo prazo no mercado de marketing esportivo e institucional. Em paralelo, produzia matérias, como redator e fotógrafo, para o mercado de arquitetura e construção (essa foi a época de minhas primeiras viagens profissionais pelo Brasil). Foi um período de intenso aprendizado, com equipes interdisciplinares em diversas frentes de trabalho. Isso me fez consciente de minhas próprias habilidades, limitações e responsabilidades – não é pouco confiarem a você a identidade de marcas já estabelecidas, ou em busca de reconhecimento.

Seguiu-se a mudança para São Paulo, em 2012. Novos horizontes. Contratos na área institucional e corporativa, direção de fotografia para audiovisual – programas de TV, séries e documentários – jobs para agências de publicidade, mercado editorial, ensaios para o maravilhoso mercado do teatro paulistano e viagens internacionais.

Atualmente, sou Coordenador de Imagens do Projeto Campo Favela e colaboro como redator na plataforma SOS 3D COVID-19.

Bem, para não deixar de fora o terreno sagrado da música: ao chegar em SP, integrei um grupo de palhaços que tocava em asilos e centros de convivência no estado de SP, em um projeto aprovado pela Secretaria de Cultura. Ajudei na concepção visual do grupo, pesquisando sobre o design gráfico dos anos 50 e 60. Fiz as fotos de divulgação. Nos palcos, tocava percussão e “atuava”. Entretanto, o mais especial era a recepção do público – exclusivamente de idosos, e variado em condições sócio-econômicas. Enfim, tudo muito gratificante. E aqui estamos. Agradeço sua visita e fico à disposição.

 

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